O deputado estadual Georgeo Passos (Cidadania), líder da oposição na Assembleia Legislativa de Sergipe, afirmou nesta quinta-feira, 02, que a oposição ao governo Fábio Mitidieri (PSD) será responsável e propositiva, lógico, dialogando com todos aqueles deputados, deputadas que fazem parte do segmento. Segundo ele, a oposição, ainda que conte apenas com cinco dos 24 deputados eleitos em 2022, levará para a tribuna temas importantes bem como os apelos do povo de Sergipe.
O parlamentar está consciente de que a oposição é um grupo pequeno, mas deixou claro que nesse momento o que importa será a qualidade das pessoas que estarão fazendo o contraponto ao governo de Sergipe.
Não é novidade que a grande maioria dos governadores que tivemos em Sergipe sempre contou com bases aliadas numerosas, e, nem por isso, a oposição deixou de cumprir o seu papel. “Afinal de contas, pessoas ainda passam fome em Sergipe, onde os serviços públicos não conseguem atender os anseios da população. A oposição vai estar ali fiscalizando e denunciando o que encontrarmos de irregularidade e apresentando ideias”.
O deputado do Cidadania aposta que a oposição poderá colaborar nesse processo e, afirmou: “se o governador Fábio Mitidieri tiver a humildade de pelo menos ouvir a oposição, fará um governo um pouco melhor”.
Passos ainda indagou e comentou: “Quem não se lembra do então líder da oposição, Venâncio Fonseca, que, em determinados momentos da assembleia e pouquíssimos outros deputados, fizeram um belíssimo trabalho na oposição? Uma pena que hoje Venâncio é professor de quem está no governo, está trabalhando no governo, mas é um quadro que tem o nosso respeito”.
O líder da oposição destacou ainda que há uma possibilidade de crescimento do número de oposicionistas. Passos comentou que hoje, ele, Linda Brasil, Paulo Júnior, Chico do Correios e Marcos Oliveira estão na oposição e conversando com outras pessoas que não votaram em Fábio para que esse número seja ampliado e chegue a pelo menos seis parlamentares. O deputado Ibraim está próximo da oposição, mas prefere atuar como “independente”.